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⊙ A Morada dos Dias

{ Horizontes. Olhares. Rumos Cruzados. Palpitações. Compassos dos Dias. }

28
Mai13

A Velha Nova Europa.

A geração do pós-crise vai ajustar contas com os governantes de hoje”, remata François Hollande. Assino por baixo. Já o disse, estes anos serão estudados como os anos da loucura, do desnorte, da falência sistemática europeia, da pior geração de governantes de que há memória. A destruição das indústrias europeias e a abertura das portas ao mercado chinês, a precipitação da moeda única, as assimetrias sociais e económicas de uma Europa plural, estão aí. Preto no branco, claro e cristalino. 

Sob o perigo do renascer dos nacionalismos corrosivos, é tempo de uma nova Europa. A moeda única deve ser tomado, então que está viva, como um primeiro passo. O integralismo político, social, económico, financeiro é urgente, é para . Somente através do federalismo a Europa poderá subsistir. Brasil e EUA são exemplos - os Estados pobres são sustentados pela economia dos estados ricos, dando como contrapartida o ecossistema e o turismo. Portugal, Itália, Espanha, Grécia, podem bem ser "balneário" europeu. Podemos ser contribuidores nas indústrias primárias e no lazer, no sol e em alguma mão-de-obra qualificada. Porque somos criativos, poderemos receber o quinhão franco-germânico para esse fim. 

Ao invés de salientarmos as diferenças olhemos as semelhanças. A Federação Europeia de Estados está já ali, na esquina entre o possível e o medo.