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⊙ A Morada dos Dias

{ Horizontes. Olhares. Rumos Cruzados. Palpitações. Compassos dos Dias. }

25
Nov13

A Unipessoalidade do Livre.

Gosto de ouvir o "Bloco Central" com Pedro Adão e Silva e Pedro Marques Lopes. Quer concorde em parte, no todo, ou nada, é essencial auscultar outras opiniões, sob pena de nos sentirmos orgulhosamente sós na nossa ilusão. Entre os temas de domingo eis a inevitabilidade da reflexão em torno do partido LIVRE, fundado por Rui Tavares. Entre as críticas destaca-se a unipessoalidade do projeto. Entendo as críticas, uma vez que o partido não parece nascer de uma concertação de vontades, mas há muito de ilusório nessa ideia. Primeiro porque há nomes com algum significado no espaço político português que acompanham e acompanharão Rui Tavares, segundo porque convém lembrar que nos últimos anos o BE e o CDS foram e são partidos unipessoais, os "bloquistas" em torno de Francisco Louçã e os conversadores-católicos em torno de Paulo Portas. Ademais, a menor dimensão de Rui Tavares na cena política portuguesa é um fator positivo, não negativo. Em última análise significa que o LIVRE nasce livre de muitos vícios de substância. 

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