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⊙ A Morada dos Dias

{ Horizontes. Olhares. Rumos Cruzados. Palpitações. Compassos dos Dias. }

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25
Mai14

A Lisboa de Madrid.

Lisboa recebeu de gala a final das finais de clubes europeus. A noite dos sonhos, da glória e das lágrimas. Acolheu os seus, Ronaldo, Coentrão, Pepe e Tiago, e os de alguma forma seus Di Maria e Rodríguez. A noite era de festa e havia muita emoção pelas ruas. Paulo Futre tinha o sonho de ver o seu Atlético erguer o troféu na sua cidade, Ronaldo desejava que a tão ambicionada décima fosse levantada na capital portuguesa. Ganhou o desejo do último.

 

O presidente do Atlético de Madrid, Enrique Cerezo, tinha deixado um desejo: começar a perder e ver o Atleti levar a cabo a "remontada". Desejo concretizado... ao contrário. Uma equipa "colchonera" fiel a si mesma e ao seu estilo de jogo, esperançosa do talento de Diego Costa, subiu ao relvado. O herói hispano-brasileiro não durou mais do que 9 minutos em campo, deixando claro que uma substituição queimada nunca era bom e que a vontade de entrar se impôs às condições para o fazer. Do lado "merengue" os nervos foram superiores às pernas e durante 65 minutos mal se viu o Real Madrid que despachou claramente o Bayern de Munique. O erro monumental de um cada vez mais intermitente Casillas poderia ter deitado por terra os sonhos "blancos", não fosse o muito empenhado e decisivo Ramos a levar o jogo para prolongamento. O sonho estava já ali. Mas não pelos pés de Ronaldo - absolutamente ausente - ou de Benzema - uma nulidade absoluta - ou de um muito azarado Bale. Estava em Modric e Di Maria a batuta da décima. 

 

O antigo jogador do Benfica viveu uma noite de glória, com arrancadas decisivas, levando o título para a Praça de Cibeles. Um adormecido Ronaldo (ainda afetado pela lesão) foi ainda a tempo de sofrer e converter uma grande penalidade, enquanto o azarado Bale teve o acerto do cabeceamento vitorioso. O resto foi como o ketchup. 

 

Ficou claro que o Real Madrid precisava de reforços, nomeadamente na frente de ataque onde Benzema não tem qualidade para o lugar e Morata é ainda muito "verde" para o peso da camisola. Mas isso não interessa nada, nem tão-pouco conta que o Atlético com um plantel inferior tenha caído de pé. Para a história ficam os 4 golos do Real, o golo solitário do Atleti e a tão desejada décima erguida em Lisboa. Hala Madrid? Sim, sempre. 

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"E naquela casa, que ninguém conhecia a idade, era como se os dias não fossem dias".

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