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Bolsonaro é produto de um grande esquema político-económico-mediático que constitui fraude eleitoral. A manipulação do eleitorado em grupos e mensagens do whatsapp é um crime gravíssimo que atenta contra o Estado de Direito. O ato eleitoral deveria ser impugnado e Bolsonaro deveria ser judicialmente impelido a comparecer aos debates que se esquiva por nada ter a dizer. Sem capacidade de debater com Haddad, Bolsonaro conta ser eleito com base em informações forjadas.

 

 

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A poucas horas de termos dados novos, não posso deixar de lembrar Alexis de Tocqueville, quando este dizia que as pessoas sacrificam bem a sua liberdade em troca de segurança. Para a classe média brasileira este é o argumento mais "clean" para votar em Bolsonaro. É uma justificativa bonita, bem engomadinha, que esconde o problema de fundo: o ódio face à mobilidade social e tudo o que esta encerra.

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Os aumentos das tarifas dos transportes, da eletricidade, da água, das telecomunicações, etc., anunciadas com a maior das naturalidades, porque o calendário muda. É uma realidade que se explica por fatores globais e contas nem sempre claras. Malabarismos em dias nebulosos. O que torna ainda mais evidente a imoralidade do escarcéu feito em torno do aumento dos salários. Se aumenta o custo de vida tem de aumentar o salário. Mas isso não é aceite, porque coloca em causa os lucros milionários. Não é por acaso que o governo da PAF queria a redução do salário mínimo nacional. É sempre preciso sacrificar a maioria em nome da minoria detentora do poder e do capital. Não é o povo quem mais ordena, é o povo quem mais ordenha.

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Chegar ao ISCTE-IUL e encontrar o turbilhão de um novo ano letivo que começa. A dúvida, a ansiedade, a incerteza, a motivação, o reencontro, os perdidos no labirinto, o melting pot que carateriza esta casa de ensino, tudo num só. As primeiras chuvas que justificam as capas académicas fechadas, as praxes por aqui e acolá, os que ainda se inscrevem, os que têm dúvidas, os que travam as primeiras amizades. Quase que o tempo suspende e voltamos a ser estudantes. Mas como "O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...", como escrevia Mário Quintana, há uma bolha entre eles e nós, entre os que efetivamente se dirigem para as salas de aula e os que ficam envoltos em textos e reuniões.

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Daria uma boa pesquisa, perceber os contornos psico-sociais dos portugueses que levam a considerar que a chuva impossibilita o normal funcionamento da sociedade. E assim lembro-me dos britânicos que vivem sob chuva constante, e as crianças brincam nos parques, porque a vida segue, no matter what.

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Marcelo do povo

03.05.17

Nunca como agora um PR foi tão popular no sentido específico de representação simbólica do «povo». Apesar da herança política e social de Marcelo Rebelo de Sousa e do seu património estético de direita, no imaginário popular, em virtude dos seus périplos pelo país, as suas passeatas governativas, o PR é percebido como um D. Quixote das causas populares, um Zorro. É por isso que em Almeida, por causa do encerramento da dependência da CGD, o povo espera a intervenção presidencial. 

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Segundo Eduardo Pitta, as centrais sindicais francesas passaram ao lado das eleições presidenciais, nas comemorações do 1o de Maio. Nem uma palavra. O silêncio é, maioritariamente, conivência. Com ele sabemos para onde vai o substrato social francês. Usando de um termo de Arthur Danto, há um "alinhamento retrospetivo" na sociedade francesa que não augura nada de bom. De tempos a tempos "o povo" (categoria simbólica) gosta de colocar à sombra de messias.

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O catolicismo português, diluído em influências exógenas que produzem um cenário próprio, é parte do substrato nacional, enraizando-se na história da identidade nacional. Todavia, o Estado é laico, e mesmo tendo uma concordata com a Igreja Católica – justificado pela história e pelas obras sociais da Igreja –, não deve oferecer tolerância de ponte em favor de eventos religiosos católicos, sem que tal seja aplicado às demais confissões religiosas. O regime de exceção é já garantido pelos feriados religiosos.

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Manuel António seguiu o conselho de Isabel Jonet e largou as redes sociais. Foi para a rua deambular pelo Chiado e a Baixa durante três dias. Não lhe serviu de nada mas seguiu o conselho de uma sábia. Chegou a casa e viu que tinha perdido uma proposta no Linkedin.

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Dossier Presidenciais Brasileiras 2018


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